4 fev
SÃO PAULO – A Microsoft está estudando uma nova falha em diversas versões do Internet Explorer que pode comprometer os dados dos usuários.
A vulnerabilidade afeta principalmente os navegadores que estiverem rodando no Windows XP ou que estiverem como modo de navegação protegida desabilitado.
“Nossa investigação provou que pessoas utilizando o Internet Explorer podem ser atacadas por invasores que podem acessar arquivos em pastas já conhecidasâ€, informa empresa em seu boletim de segurança.
As versões que podem apresentar risco são a 5.01 Service Pack 4 no Windows 2000 Service Pack 4 e 6 Service Pack 1 no Windows 2000 Service Pack 4. Além disso, as versões 6,7 e 8 no Windows XP Service Pack 2, Windows XP Service Pack 3 e Windows Server 2003 Service Pack 2 também estão comprometidas.
Segundo a empresa, o modo protegido previne o abuso da falha nos sistemas mais novos, como o Vista, no Server 2008 e Windows 7.
“Até o momento, não foram detectados casos de ataques relacionados a essa vulnerabilidade. Vamos continuar a monitorar e a atualizar o relatório se a situação mudarâ€, afirma a Microsoft, que deve trabalhar em uma solução assim que a falha for completamente examinada.
No ano passado, a versão 6 do navegador foi utilizada para auxiliar em ataques ao Google, que só divulgou o fato no começo de 2010.
2 fev
O Google está planejando entrar para o mercado virtual de aplicativos, área em que a Apple é o grande destaque por vender milhares de programas para o iPhone, por exemplo. A edição desta terça-feira (2) do jornal americano The Wall Street Journal diz que o foco da nova aposta do Google será os negócios.
A ideia da empresa é lançar um sistema de colaboração em que desenvolvedores criam aplicativos para o Gmail, Docs, Gtalk, Agenda, entre outros serviços, e combinem com a empresa uma maneira de venda que divida o lucro das vendas. No entanto, ainda não há detalhes sobre como seriam os programas.
Analistas dizem que o lançamento deve ocorrer até março, mas pode ser que o Google divulgue detalhes de seu projeto ainda em fevereiro.
O lançamento significa mais arrecadação e maior oferta de serviços além dos tradicionais, o que permitirá ao usuário adaptar os recursos de acordo com seu perfil.
A escolha inicial por aplicativos ligados aos negócios deve estar ligada ao alto poder aquisitivo geralmente verificado entre as pessoas que trabalham na área.
O blog oficial da companhia ainda não tem nenhum post sobre o assunto.
30 jan
SÃO PAULO – A Mozilla lançou ontem a sua primeira versão do browser Firefox para celulares.
O navegador pode ser completamente integrado com o seu PC através de uma ferramenta chamada Weave Sync.
Com ela, você pode navegar no desktop e, quando mudar para o smartphone, encontrará tudo o que acessou à sua espera: as abas, histórico, favoritos e até mesmo as senhas.
Dessa forma, a empresa pretende facilitar a vida do usuário de internet em celulares: com as principais informações armazenadas, diminui a necessidade de se ficar digitando nos pequenos teclados dos smartphones.
O projeto está sendo lançado em parceria com o Nokia900, e o Flash ainda é experimental, mas pode ser ativado nas configurações.
27 jan
SÃO PAULO - O Twitter anunciou ontem, no seu blog, o lançamento do Local Trends, uma versão do trending topics que pode ser filtrada por paÃs, estado ou cidade em que o usuário se encontra.
As listas atuais ainda são pequenas: seis paÃses (Brasil, Canadá, Estados Unidos, Irlanda, México e Reino Unido) e 15 cidades, sendo apenas São Paulo fora dos EUA. Mas o site já promete que está trabalhando para ampliar as listas.
“Queremos oferecer outra maneira das pessoas descobrirem os assuntos relevantes para elas”, afirma o post sobre o novo recurso.
O Local Trends do Brasil de hoje aponta assuntos como o Fórum Social Mundial, que acontece em Porto Alegre, a BBB Tessália, que ficou famosa no Twitter como Twittess, e a Batavo, novo patrocinador do Flamengo.
Os de São Paulo também falam de Tessália, piadas sobre a apresentadora Sonia Abrão e o próprio Local Trends.
O What the Trend, site que explica o motivo dos assuntos do trending topics, já inclui o novo recurso também.
Jordana Viotto, de INFO Online
Quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 - 10h36
26 jan
Depois de pouco mais de um ano, o Chrome transformou-se em um navegador equivalente ao Firefox. Agora, o browser da Mozilla virou refém do Google.
O lançamento da versão estável 4.0.249.78 do Chrome, para Windows, nesta segunda-feira (25), caiu como uma bomba no QG dos desenvolvedores da raposa queimada (ou seria panda vermelho?). Claro que o navegador segue com um número crescente de usuários. Recentemente atingiu uma participação de mercado de cerca de 25%, segundo a Net Applications, e, por isso, incomoda o perigoso Internet Explorer e a Microsoft. Isso é bom para a internet.
Já o Chrome cresce lentamente, mas vem ganhando força depois que o sistema de extensões e a sincronização de bookmarks foram incorporadas à sua versão beta, no fim do ano passado. Ambas as funcionalidades agora fazem parte da versão estável. O browser tem quase 5% do mercado, e já está se consolidando no terceiro lugar, superando o Safari, da Apple. Também tem versões disponÃveis para Windows, Mac OS e Linux.
Mas o Google pode impulsionar ainda mais o Chrome se não renovar seu acordo com a Fundação Mozilla, que vence em novembro do ano que vem. Por meio da parceria, o buscador de Sergey Brin e Larry Page aparece como página inicial e motor padrão para pesquisas no Firefox. Em contrapartida, a Fundação Mozilla recebe um porcentual do dinheiro sempre que alguém clica nos anúncios depois de fazer uma busca por meio dessa página inicial personalizada. A soma corresponde a quase 90% da receita anual da Mozilla. Coisa de quase US$ 70 milhões.
Se o Google resolver não renovar mais o contrato, o Firefox irá à falência. Será que aceitará um acordo nos mesmos moldes com o Yahoo!-Bing, para se salvar? Seria jogar todos os princÃpios na lata do lixo, mas pode não haver outra alternativa. O fato é que a decisão colocaria o Chrome com uma incrÃvel vantagem competitiva, uma vez que o desenvolvimento do navegador da raposa ficaria praticamente congelado. O Google, por outro lado, ficaria marcado para sempre com um carimbo de deslealdade. Seu lema “Don’t be evil†viraria motivo de piada.
Foto: Ben Fredericson (xjrlokix)/Flickr
26 jan
Quem não puder comparecer poderá acompanhar a programação, as melhores reportagens e entrevistas através de transmissão online.
Por Jacqueline Lafloufa
Quem não puder ir até o Centro de Exposições Imigrantes para curtir as diversas atividades e palestras programadas para a Campus Party 2010 agora poderá acompanhar tudo via streaming.
Isso porque a equipe da Campus Party TV deve cobrir o evento e transmitir a programação ao vivo, em diversos canais, 24 horas por dia, além de disponibilizar as entrevistas e reportagens mais importantes.
Dessa forma, os interessados que não poderão ir a São Paulo ou que não conseguiram reservar suas entradas a tempo podem acessar o endereço tv.campus-party.org e acompanhar a transmissão ao vivo. Enquanto a festa não começa, a Campus Party TV tem uma câmera fixa que mostra o processo de montagem da arena. Ao final do evento, os vÃdeos serão disponibilizados no canal oficial da Campus Party no YouTube, em www.youtube.com/campusparty.
A organização ainda abriu a possibilidade de os próprios campuseiros participarem do registro em vÃdeo e está recrutando cinegrafistas entre os acampantes. Mais informações podem ser obtidas pelo atalho tinyurl.com/cpcinegrafista.
22 jan
SÃO PAULO – Matt Mulleweng, fundador do sistema de blogs Wordpress, anunciou a criação da organização Wordpress Fundation, sem fins lucrativos.
Segundo o próprio site do projeto, o objetivo é democratizar a publicação através do código aberto de dos programas sob a licença GPL.
Inspirados na Free Software Foundation e na Mozilla Foundation, seus integrantes querem fornecer suporte e promover o Wordpress, além de outros programas abertos. “Entrem no site e vejam um pouco do que vai acontecer a partir dessa primeira iteraçãoâ€, convida Mulleweng em seu blog.
22 jan
Empresa convida desenvolvedores para produzirem conteúdo para o equipamento. Programas ficarão abertos para o público na Kindle Store.
A Amazon anunciou nesta quinta-feira (21/1) o primeiro kit de desenvolvimento de softwares para qualquer um que queira criar conteúdo para os leitores de livros digitais Kindle.
O Kindle Development Kit (KDK) estará disponÃvel em versão beta no próximo mês, e os novos softwares e outros conteúdos criados pela iniciativa serão colocados na Kindle Store ainda este ano, disse a Amazon.
Exemplos do tipo de conteúdo que pode ser esperado para o Kindle incluem livros de viagem com atualizações em tempo real sobre o tempo e eventos, livros de receita que recomendam opções para pessoas com alergias e a inclusão de jogos de palavras e quebra-cabeça para o dispositivo.
O KDK dará aos desenvolvedores de software o acesso a interfaces de programação, códigos, ferramentas e documentação para a construção de conteúdo para o Kindle e para uso das suas funcionalidades 3G.
A desenvolvedora Handmark já está trabalhando para desenvolver um guia de restaurantes - chamado Zagat - para o dispositivo, enquanto a Sonic Boom produz jogos de palavras para o Kindle, segundo a Amazon. A EA Mobile planeja desenvolver alguns jogos para o aparelho.
Em fevereiro, participantes de um teste beta limitado do KDK poderão baixar o kit e acessar outros suportes, como testes do conteúdo no Kindle Simulator, que funciona como o Kindle de 6 polegadas ou o Kindle DX, de 9,7 polegadas, em Mac, Linux ou PC.
Informações sobre o KDK estão disponÃveis no site da Amazon.
21 jan
SÃO PAULO - A empresa aérea Gol publicou, na Apple Store, um aplicativo para iPhone que permite fazer check-in online, reservar assento no voo e checar a pontuação de seu programa de fidelidade SMILES.
O aplicativo executa funções similares à s oferecidas pela concorrente TAM, que estreou site para iPhone em dezembro do ano passado. A principal caracterÃstica da aplicação da Gol é liberar o usuário do check-in no balcão de embarque dos aeroportos, permitindo que o passageiro apresente-se diretamente no portão de embarque até uma hora antes do horário de seu vôo.
O check-in mobile, no entanto, só é elegÃvel para quem viaja sem despachar bagagem, ou seja, apenas com uma bolsa de mão. Quem precisar despachar mala, precisa necessariamente fazer o check-in no balcão fÃsico da companhia aérea.
De acordo com a Gol, ao comprar o bilhete aéreo eletrônico o usuário recebe um código em seu e-mail. Com este ´código localizador´, o usuário acessa o aplicativo da Gol e preenche dados simples, como número do RG, para fazer seu check-in. A operação pode ser feita entre 24 horas e 1 hora antes do vôo partir.
O recurso permite confirmar o embarque no voo e escolher o assento na aeronave. Finalizado o processo, o usuário recebe no iPhone um código de barras 2D que vale como cartão de embarque.
Este código 2D deve ser exibido para os funcionários da Gol direto no portão de embarque. Como o recurso exige que os atendentes da Gol tenham leitores de código 2D exibidos na tela do iPhone, só alguns aeroportos estão habilitados com a tecnologia.
Inicialmente, o serviço está disponÃvel para voos que partem dos aeroportos de São Paulo (Guarulhos e Congonhas), Rio de Janeiro (Galeão e Santos Dumont), BrasÃlia, Belo Horizonte (Confins), Campinas, Florianópolis, Recife, Natal, Porto Seguro e Goiânia.
Felipe Zmoginski, de INFO Online Quarta-feira, 20 de janeiro de 2010 - 19h40
20 jan
Para ministro da defesa, não há necessidade de atualizar o navegador.
O governo do Reino Unido, ao contrário da França e Alemanha, decidiu não publicar alerta sobre as falhas presentes no navegador Internet Explorer 6.
Segundo o site “The Telegraphâ€, o porta-voz do governo britânico direcionou os usuários preocupados com sua segurança online para o site getsafeonline.org, uma iniciativa do governo britânico em parceria com a Microsoft, HSBC e da Serious Organized Crime Agency.
Entretanto, para o The Guardian, o Reino Unido está agindo de forma pouco precavida, já que continua fazendo uso do Internet Explorer 6, versão utilizada no recente ataque de hackers chineses, em computadores do governo e das forças armadas. “Não há necessidade de mudarmos para uma versão mais recenteâ€, disse Tom Watson, ministro da defesa.
De qualquer maneira, Cliff Evans, diretor de segurança e privacidade da Microsoft no Reino Unido, sugere que os usuários atualizem o Internet Explorer para a versão 8, que é menos suscetÃvel a ataques hacker, ressalta o site The H Security.
Postado por Jacqueline Lafloufa em 19/01/2010 12:39
Blog: Geeking